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Opinião

O Vasco não joga a Copa do Brasil. Ele vira outro time nela
O 3 a 1 sobre o Fluminense expôs o melhor e o pior do Vasco: sobra coragem no mata-mata, mas essa personalidade ainda desaparece no Brasileirão.

Flamengo põe R$ 200 milhões na mesa — e a urgência entra na conta por Luiz Henrique
Após perder terreno por Almada, Flamengo oferece mais de R$ 200 milhões por Luiz Henrique. O atacante elevaria o time, mas a pressa infla a conta.

A Copa Feminina não bagunça 2027. A bagunça já é da CBF
Parar o futebol durante o Mundial Feminino é correto. O absurdo seria a CBF compensar depois com férias cortadas, pré-temporada espremida e atletas no limite.

A “Lei Vini Jr.” mira a mão na boca — e pode deixar o racismo passar
Combater cera e antijogo é avanço. Expulsar por um gesto, porém, não basta: sem denúncia, áudio e investigação, o racismo continuará escapando.

Minda salva a vaga, mas não absolve o ataque do Atlético
O gol aos 49 premiou a insistência e evitou os pênaltis, mas 179 minutos de seca contra o Juventude deixam um alerta que a classificação não apaga.

Fortaleza vendeu o mando — e talvez a própria chance de reagir
Por R$ 2,2 milhões, o Fortaleza levou a decisão contra o Palmeiras para Cuiabá. Após o 3 a 0, o caixa falou mais alto que a pressão do Castelão.

Santos passa de fase, mas os R$ 7 milhões já nasceram com nome de boleto
Neymar e Rony decidiram no Mangueirão, mas a premiação das copas servirá para cobrir atrasos. O Santos ganhou oxigênio — saúde financeira, não.

Kike Olivera virou um ativo que ninguém consegue usar
O Bahia tem razão ao exigir compensação, mas isolar Kike só prolonga o prejuízo. É hora de cobrar a conta e encerrar um empréstimo que já morreu.

Memphis passa nos exames. A conta do Corinthians, não
Renovar Memphis por dois anos faz sentido no campo. Sem metas e receitas reais, porém, o Corinthians transforma uma aposta esportiva em cheque em branco.

Atlético deve punir Reinier — sem entregar a prancheta à organizada
Reinier merece sanção pelo insulto, mas seu corte deixa um recado perigoso: no Atlético, pressão de arquibancada não pode valer como critério técnico.

Copa do Brasil volta como reunião de condomínio: ninguém quer pagar a conta
Quatro 0 a 0 em oito jogos expõem uma Copa do Brasil travada pelo medo, pela pausa e pelo calendário. Na volta, alguém terá de assumir o risco.

Ancelotti achou o buraco no meio — depois de ajudar a cavá-lo
O diagnóstico de Ancelotti está certo: faltam meias de elite. Mas levar só cinco à Copa e empilhar atacantes também cobrou seu preço contra a Noruega.