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Duas versões sobre Daronco: a CBF precisa abrir o áudio do VAR
A CBF diz que Daronco acertou, mas nega o afastamento relatado após reunião com Vasco e Ferj. Sem publicar o áudio completo do VAR, a crise só aumenta.

A menor folha não absolve o maior improviso da Chapecoense
A menor folha da Série A pesou, mas três treinadores, um interino e 29 movimentações expõem o improviso que empurrou a Chape à Série B de 2027.

Fé não ocupa a área: Domínguez tem de escalar um 9
Os desfalques pesam, mas não absolvem Domínguez: para reverter a vantagem do Grêmio, o Atlético-MG precisa entrar com um centroavante.

Não foi choro: o VAR deve uma explicação ao Vasco
Barboza cortou a bola com o braço, Daronco mandou seguir e o VAR se omitiu. Antes da volta, a CBF precisa divulgar o áudio e explicar a decisão.

Não foi presente: o Cruzeiro tomou a América — e o prêmio precisa ficar com as Cabulosas
A reação do 0 a 3 teve cara de milagre, mas nasceu de investimento e elenco. Agora, os R$ 11,1 milhões do título precisam continuar com as Cabulosas.

US$ 2 milhões não compram pernas novas: a Libertadores Feminina precisa abandonar o formato-expresso
Corinthians e Cruzeiro chegam à final após cinco jogos em duas semanas. Premiação milionária não absolve o calendário que esgota as atletas.

Cartão sob encomenda: Renato confessou — e o STJD não pode fingir que não ouviu
Renato admitiu ter mandado dois titulares forçarem o terceiro amarelo. Não é gestão de elenco: o STJD precisa investigar a ordem e o Grêmio.

Isonomia de fachada: CBF protege líderes e convoca justamente seus rivais
Flamengo e Palmeiras ficaram blindados pela Seleção, enquanto Athletico-PR e Cruzeiro perderam jogadores antes da 35ª rodada. Isso não é isonomia.

Todos ou ninguém: convocação não pode virar balcão da CBF
Poupar atletas conforme a pressão de cada clube premiaria o grito mais alto. Nesta Data Fifa, a regra menos injusta é simples: todos ou ninguém.

O playoff passou no primeiro teste: a CBF acertou na reforma da Série B
Com seis pontos entre o sexto e o 11º a três rodadas do fim, o playoff esticou a disputa pelo acesso sem jogar fora o mérito construído em 38 jogos.

Caso Marcos Rojo: Flamengo deve ir até o fim — sem dar álibi a Jardim
Cobrar o regulamento não é tapetão. O Flamengo deve esgotar o caso Rojo, mas nenhuma vitória jurídica apaga o fracasso de Leonardo Jardim no campo.

O relógio merece resposta. A liderança, porém, foi Hayner quem entregou
O Vila Nova faz bem ao cobrar a CBF pelos acréscimos, mas Hugo Bravo erra ao sugerir complô: a expulsão irresponsável de Hayner decidiu o prejuízo.