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A Portuguesa-AP subiu — e levou o Amapá inteiro junto
Com gol de Abacaxi aos 51, a Portuguesa-AP venceu o Tiradentes-PA e fez o que nenhum clube amapaense havia feito: subiu em um torneio nacional.

Liga única, caneta velha: a CBF já comanda o jogo antes de a bola rolar
A reunião de 10 de agosto é o primeiro teste da liga: ou os 40 clubes assumem o projeto, ou a independência nascerá carimbada pela CBF.

A Copa do Brasil virou o pronto-socorro dos aflitos do Brasileirão
Seis dos oito quadrifinalistas estão na metade de baixo da Série A. A Copa oferece dinheiro e Libertadores, mas não trata campanha nacional quebrada.

Corinthians venceu tarde demais: a classificação ficou no Beira-Rio
O 2 a 1 em Itaquera não consola: Diniz corrigiu o time na volta, mas o Corinthians já havia entregado ao Inter a vaga e a defesa do título.

Do velório à remontada: o Barradão ressuscitou em oito dias
Após apanhar do Palmeiras e perder por 2 a 0 na ida, o Vitória fez 4 a 0 no Athletico-PR, recuperou sua personalidade e incendiou o Barradão.

Impedimento semiautomático conserta a régua — não a arbitragem
A tecnologia chega às quartas da Copa do Brasil para reduzir linhas improvisadas, mas não corrige a bagunça nos pênaltis, cartões e no próprio VAR.

O Vasco não joga a Copa do Brasil. Ele vira outro time nela
O 3 a 1 sobre o Fluminense expôs o melhor e o pior do Vasco: sobra coragem no mata-mata, mas essa personalidade ainda desaparece no Brasileirão.

A Copa Feminina não bagunça 2027. A bagunça já é da CBF
Parar o futebol durante o Mundial Feminino é correto. O absurdo seria a CBF compensar depois com férias cortadas, pré-temporada espremida e atletas no limite.

A “Lei Vini Jr.” mira a mão na boca — e pode deixar o racismo passar
Combater cera e antijogo é avanço. Expulsar por um gesto, porém, não basta: sem denúncia, áudio e investigação, o racismo continuará escapando.

Minda salva a vaga, mas não absolve o ataque do Atlético
O gol aos 49 premiou a insistência e evitou os pênaltis, mas 179 minutos de seca contra o Juventude deixam um alerta que a classificação não apaga.

Fortaleza vendeu o mando — e talvez a própria chance de reagir
Por R$ 2,2 milhões, o Fortaleza levou a decisão contra o Palmeiras para Cuiabá. Após o 3 a 0, o caixa falou mais alto que a pressão do Castelão.

Santos passa de fase, mas os R$ 7 milhões já nasceram com nome de boleto
Neymar e Rony decidiram no Mangueirão, mas a premiação das copas servirá para cobrir atrasos. O Santos ganhou oxigênio — saúde financeira, não.