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Diniz ganhou uma semana — e devolveu ao Corinthians um ataque de papelão
Com uma semana livre e Memphis titular, o Corinthians chutou só duas vezes contra o Santos. A posse de Diniz virou um rondó com ingresso caro.

Botafogo leva 3 a 0, e a SAF ainda chama abandono de transição
Bellão viu uma mensagem no segundo tempo. A goleada para o Flamengo mostrou outra: o Botafogo virou o interino em escudo para a demora da SAF.

Cuca poupou estrelas e pôs a Copa do Brasil em liquidação
Sem Neymar e com Gabigol no banco, o Santos quase não atacou, levou 3 a 0 do Palmeiras e transformou a volta na Vila em milagre por encomenda.

Ruan voltou ao campo. Esse é o verdadeiro escândalo do clássico
A briga entre Ruan e Kaio Jorge distrai do essencial: após uma pancada violenta na cabeça, a vontade do jogador jamais pode vencer o protocolo médico.

Cruzeiro x Atlético-MG: quem abraçar o empate já entra perdendo
Embalado e diante da torcida, o Cruzeiro precisa atacar o Atlético-MG no Mineirão. Tratar a ida como burocracia é entregar ao rival o controle do clássico.

O Gre-Nal não vai salvar ninguém — só escolher quem afunda primeiro
Inter e Grêmio disputam R$ 9 milhões e algum oxigênio na Copa do Brasil, mas eliminar o rival não apaga a ameaça de rebaixamento no Brasileiro.

O Fortaleza arrancou a máscara do líder — agora o G-2 virou obrigação
O 2 a 0 no Heriberto Hülse expôs a queda do Criciúma e mudou a régua do Fortaleza: com o G-2 a quatro pontos, mirar os playoffs virou ambição pequena.

Palmeiras 4 x 1 Vasco: dez minutos que devolveram o campeonato ao líder
O Vasco desperdiçou o primeiro tempo; o Palmeiras precisou de dez minutos para fazer três gols, abrir seis pontos e reassumir o controle do Brasileirão.

O Bahia fechou a fábrica de presentes — e derrubou a porta do Barradão
Após cinco empates e velhos sustos defensivos, o Bahia venceu o Vitória por 2 a 0 no Barradão e trocou o futebol apenas agradável pela casca grossa.

O Flamengo segurou a liderança como sabonete — e ela escapou no último lance
Cansaço pesa nas pernas, não justifica pane mental. Contra o Cruzeiro, o Flamengo teve jogo e liderança nas mãos — até entregá-los nos acréscimos.

O Vasco levou o primeiro soco — e descobriu que não era de vidro
Após o trauma do 3 a 0 para o Santos, o Vasco levou outro golpe em Assunção, controlou o pânico e respondeu com quatro gols e quatro artilheiros.

O Mirassol caiu quando finalmente jogou como time grande
Em Quito, o Mirassol domou a altitude, controlou a LDU e criou chances para vencer. Faltou o golpe final — e os pênaltis cobraram a conta sem piedade.