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Bragantino revela talentos, vende futuro e continua alérgico a mata-mata
A queda diante do Atlético-MG expõe um problema maior que Vagner Mancini: o projeto avançou fora de campo, mas ainda trava quando a pressão aperta.

São Paulo passa pelo Bolívar, mas Dorival só comprou tempo — não absolvição
Luciano, Calleri e Sabino garantiram o 3 a 1 e o duelo com o Boca, mas a vaga não apaga a irregularidade: Dorival terá três jogos para dar peso ao time.

Marcão é o interino; Thiago Silva e Fábio são a comissão técnica
A vaga nas quartas não nasceu de um passe de mágica de Marcão. Nasceu quando Thiago Silva e Fábio tomaram o volante do Fluminense dentro do campo.

O Cruzeiro parou de sobreviver — agora escolhe onde machucar
A vitória com reservas em Itaquera confirmou a virada de Artur Jorge: o Cruzeiro chega ao Maracanã com pernas, repertório e jeito de time grande.

O Palmeiras lidera. Mas o Brasileiro agora está nas mãos do Flamengo
Após tirar oito pontos de diferença e golear o Mirassol por 5 a 1, o Flamengo ganhou o controle da corrida. Se desperdiçar essa chance, não haverá desculpa.

Uberlândia sobe, mas R$ 150 milhões não compram elevador para a Série A
Após 23 anos, o Uberlândia volta à Série C e valida o início da SAF. O acesso empolga; a promessa de elite ainda exige método, paciência e pé no chão.

No Morumbis, até a liminar do STJD tomou um drible de R$ 60
O São Paulo manteve a entrada do coritibano a R$ 100 após ordem do STJD. Sem punição imediata, a regra da CBF vira decoração de cartola.

Vasco x Santos: o Z-4 já puxou a cadeira em São Januário
Separados por um ponto, Vasco e Santos fazem um clássico com jeito de final pela permanência. Quem perder verá a crise entrar em São Januário sem bater.

Vasco contratou Colidio e só depois procurou a chave da Sul-Americana
Colidio chegou para reforçar o ataque, mas pode nem jogar a Sul-Americana. Se a inscrição depende da clemência da Conmebol, o planejamento já falhou.

Seis brasileiros, nenhuma vitória: a Libertadores cobrou a conta da soberba
Os empates mantiveram as oitavas abertas, mas expuseram um velho engano: dinheiro ajuda fora do campo; na Libertadores, ninguém larga na frente.

Botafogo levou seis porque tratou o aviso como paisagem
A altitude pesou nas pernas, não explica a rendição. Avisado pelo 4 a 0 sobre o Lanús, o Botafogo ignorou o perigo e transformou Cusco num vexame.

Braços cruzados, jogo correndo: o antirracismo de fachada da Conmebol
Hugo Souza denunciou o racismo, o árbitro cumpriu a coreografia e a bola continuou rolando. Sem consequência imediata, protocolo vira encenação.